
Postado em 27/08/2025 por Deivid Beckman
pHmetria Esofágica: exame que ajuda a diagnosticar o refluxo e outras doenças do esôfago
A pHmetria esofágica é um exame especializado utilizado para medir a quantidade de ácido que reflui do estômago para o esôfago ao longo de 24 horas. Trata-se de um método fundamental no diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), além de auxiliar na investigação de sintomas como azia, dor no peito não cardíaca, tosse crônica e rouquidão persistente.
Como o exame é realizado?
O procedimento é simples e minimamente invasivo. Um cateter fino e flexível é introduzido pela narina até o esôfago, conectado a um pequeno aparelho portátil que o paciente leva consigo durante o período do exame. Esse dispositivo registra as variações do pH no esôfago, permitindo identificar episódios de refluxo e relacioná-los com os sintomas relatados pelo paciente.
Durante o exame, o paciente mantém sua rotina habitual, devendo anotar em um diário os horários das refeições, períodos de sono e possíveis sintomas apresentados. Essas informações são cruzadas com os registros do aparelho para gerar um diagnóstico preciso.
Indicações
A pHmetria esofágica é indicada em casos como:
Suspeita de refluxo gastroesofágico que não melhora com tratamento inicial;
Avaliação de sintomas atípicos, como tosse crônica, rouquidão ou dor torácica;
Investigação de pacientes candidatos a cirurgia antirrefluxo;
Monitoramento da eficácia de medicamentos inibidores da acidez gástrica.
Cuidados antes do exame
O preparo inclui jejum de 6 horas e suspensão prévia de alguns medicamentos, como os inibidores de bomba de prótons, conforme orientação médica.
Na Unigastro Pará, o exame de pHmetria esofágica é realizado com equipamentos modernos e equipe especializada, garantindo precisão nos resultados e segurança ao paciente. Além disso, o atendimento é pautado no cuidado humanizado, proporcionando maior conforto durante todas as etapas do procedimento.
Importância do diagnóstico precoce
Identificar o refluxo e suas complicações de forma precoce é essencial para evitar danos maiores à mucosa esofágica, que podem evoluir para esofagite grave, estenose esofágica ou até esôfago de Barrett, condição precursora de câncer.
A pHmetria esofágica, portanto, é um exame indispensável para quem apresenta sintomas persistentes de refluxo e merece atenção.
Fonte: Instituto Medicina em Foco
